Pente-fino barrou irregularidades durante a Motorromaria

Belém, 09 de outubro de 2017.

A Motorromaria levou quase 100 mil devotos de Nossa Senhora de Nazaré às ruas do centro de Belém. Ao menos 20 mil deles eram motociclistas, em cerca de 15 mil motos. Quem não estava de motocicleta foi para as calçadas, janelas de casa ou acompanhou a pé. Concluído em carca de uma hora e meia, o trajeto de 2,4 quilômetros entre a Escadinha do Cais do Porto, onde se encerra o Círio Fluvial, até o colégio Gentil Bittencourt, onde a imagem fica até a Trasladação à noite, é uma das mais rápidas das 12 romarias oficiais.


Os escapamentos modificados das motos substituíam o pipocar dos fogos, mas a infraçâo ao Código de Trânsito foi tolerada, apesar da fiscalização de agentes de trânsito, pela primeira vez desde 1990, quando se iniciou a homenagem, no trajeto da procissão.


Agentes do Detran e Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), com apoio da Guarda Municipal e Semob, só deixaram passar motociclistas com habilitação, capacetes, respeitando limite de pessoas na moto, calçados adequados e veículos em dia. Uma grande quantidade de motos foi rebocada.


"Achei ótima essa decisão. Isso tira os empolgados e deixa só os verdadeiros motocidistas. O resultado é positivo", opinou Ricardo Ataíde, membro do Motoclube do Pará. Na. garupa, a amiga paulista Ana Cláudia, que vem a Belém há três anos para o Círio. "E agora vamos para a procissão. Para pedir paz, saúde e proteção. E agradecer. O principal recado a todos os motociclistas é: tenham cuidado e vamos ajudar Nossa Senhora a nos proteger porque é perigoso!", disse ele.


Antes da Motorromaria, a imagem foi apresentada aos devotos pelo prefeito Zenaldo Coutinhp. A PM fez uma homenagem com um grupamento de cadetes. ,
A romaria chegou ao colégio Gentil Bittencourt por volta de 13h. Era o final de uma maratona de sete horas e meia de procissões. A missa da Descida do Glória foi a última cerimônia antes da Trasladação.

 

AMAZÔNIA JORNAL - GERAIS


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